Author David Calderoni

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Debate realizado no Domingo, 25/04 das 15h às 18h.
Renda Básica e Lockdown: Vamos apostar na Vida!

PRESENÇAS (entre outras):

Bárbara Ramacciotti – AMID
David Calderoni – AMID (mediador)
Diego Zeidan – Vice-Prefeito de Maricá
Edinho – Prefeito de Araraquara (convite em curso)
Eduardo Suplicy – RBRB, AMID, BIEN
Leandro Ferreira – Rede Brasileira de Renda Básica
Leo Pinho – ABRASME, UNISOL BRASIL
Luiz Palma – AMID (mediador)
Maria Dias – COOPER GLICÉRIO, AMID
Maurício Salkini – AMID
Oded Grajew – Rede Nossa São Paulo (convite em curso)
Paulo Saldiva – FMUSP, IEA
Pérola Bonfanti – AMID
Ricardo Teixeira – FMUSP
Sabetai Calderoni – ICTR, AMID

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MANIFESTO “VAMOS APOSTAR NA VIDA!”

“O Brasil não pode ser o país da morte!”|
Esta exclamação de Caetano Veloso é o imperativo de toda uma nação!
Trinta cidades paulistas se livraram da pandemia pela estratégia do confinamento (lockdown)!
Apoiada por uma Renda Básica decente, essa mesma estratégia pode salvar centenas de milhares de brasileiros e ativar a economia!
Que todas as pessoas e instituições do Brasil se irmanem nessa missão que é tão sagrada como a vida!

Texto: David Calderoni
Hino do Evento: Gabriel Oliveira

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SITE: www.mid.art.br
FACEBOOK: amidinvencoesdemocraticas
INSTAGRAM: @amid_invencoes_democraticas
LINKEDIN: amid-invencoes-democraticas

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Recentemente, o MID constelou o projeto “CORRE MOEDA MUDAS”, título da iniciativa e do documentário homônimo que tomam parte da campanha de recicladores paulistanos para ultrapassar dificuldades financeiras e laborais decorrentes da pandemia, de modo a promover um plano de sustentabilidade e educação ambiental que inclui a instituição da Moeda Social “Mudas” (mediante o apoio  da Rede Brasileira de Bancos Comunitários), incluindo também a participação de extensa horta comunitária periférica e a criação de um circuito econômico mutuamente proveitoso entre recicladores, moradores e comerciantes locais, num arranjo permeado por iniciativas acadêmicas e artísticas em níveis inter-regional, nacional e internacional.

O “CORRE MOEDA MUDAS” está vinculado ao projeto da Universidade Internacional do Catador, outra inventiva e democrática iniciativa articulada por Cleiton Emboava, Leticia Soares Honório e Maria Dias.

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Trabalho em progresso. Ithamara Koorax canta composições de David Calderoni. Guitarra de Joseval Paes

 

Ithamara Koorax

Aclamada pelo New York Times e considerada uma das três melhores cantoras de jazz do mundo (ao lado de Diana Krall e Cassandra Wilson) pela revista DownBeat, Ithamara Koorax é uma das artistas brasileiras de maior sucesso internacional. Lançou 25 CDs, participou de mais de 200 discos, gravou inúmeras trilhas para cinema, novelas e séries da TV Globo – entre elas “Riacho Doce”, “Araponga”, “Renascer”, “Pedra Sobre Pedra”, “Fera Ferida”, “Estrela Guia” e “Celebridade”.

Além do jazz, trafega com igual desenvoltura por vários outros estilos: do pop à música eletrônica, da MPB à bossa nova. O crítico Frank John-Hadley (DownBeat), sentenciou: “Ithamara é uma das mais belas vozes da criação”.

Suas gravações aparecem em compilações ao lado de faixas de Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Chet Baker e Tony Bennett. Gravou com Antonio Carlos Jobim, Elizeth Cardoso, Luiz Bonfá, Ron Carter, Larry Coryell, Marcos Valle, Hermeto Pascoal, Martinho da Vila, John McLaughlin, Gonzalo Rubalcaba, Eumir Deodato, Dom Um Romão, os grupos Azymuth e Os Cariocas, os DJs Parov Stelar e Tom Novy.

Fez shows antológicos também com Edu Lobo, Guinga, Tim Maia, Paulo Cesar Pinheiro, Tito Madi, João Donato, Paulo Moura, Milton Banana, Luiz Eça e muitos outros. Ithamara já se apresentou em mais de 20 países (EUA, Inglaterra, França, Suiça, Alemanha, Japão, Coréia etc), em alguns dos principais palcos do planeta.

Incluída entre as melhores cantoras da história do jazz na enciclopédia The Jazz Singers (lançada nos EUA pelo historiador Scott Yanow), vencedora de inúmeros prêmios no Brasil (APCA, Premio Sharp, Premio da Música Brasileira) e exterior (com vários discos eleitos entre os “melhores do ano” por revistas como DownBeat, JazzTimes, Swing Journal), emplacou sucessos radiofônicos como “Iluminada”, “Got To Be Real”, “Never Can Say Goodbye” e “Can’t Take My Eyes Off Of You”.

Todos os seus discos alcançaram grande sucesso internacional. “O Grande Amor” – gravado na Europa com o Peter Scharli Trio – foi eleito um dos melhores lançamentos de 2011 pela DownBeat, recebendo a cotação de quatro estrelas e meia. “Brazilian Butterfly” foi votado um dos melhores de 2007. Ao analisar o disco “Opus Clássico” (2015), o site World Music Report definiu Ithamara como “miraculosa”, comparando-a a Barbara Hendriks e Kathleen Battle. “Ela deveria ser declarada um tesouro nacional, e não existe ninguém que atualmente mereça mais este elogio”. O All About Jazz contemplou “Opus Clássico” com quatro estrelas e meia, lembrando que outro lendário crítico – Ira Gitler, autor da “Enciclopédia do Jazz” – definiu a voz de Ithamara como um instrumento de “eloquência celestial”.

A biografia de Ithamara Koorax atesta sua versatilidade, desafia rótulos e não se prende a estilos. “Gosto de todos os gêneros, e acredito que a boa música é atemporal e universal, não conhece barreiras”. Como escreveu o jornalista Armando Nogueira: “Quando Ithamara canta é mais um gol do Brasil!”

 


Joseval Paes

Paulista, Joseval Paes começou a estudar música aos 10 anos com o seu pai, José Paes (Pernambuco Guitarra). Desde os 14 anos, passou a frequentar o ponto dos músicos na Praça da Sé e o ponto da Ipiranga na Avenida São João, ouvindo histórias e tocando junto aos músicos da Bossa Nova e da Bossa Jazz. Ainda na década de 1980, começou a sua carreira na vida noturna, tocando guitarra e percussão em bandinhas, bailes e festas.

Entre os grupos, clubes e orquestras que Joseval atuou ao longo dos anos estão o Clube Piratininga, Orquestra Colúmbia, Toscano e sua Orquestra, Orquestra Carinhoso, Cantina Vico do Scugnizzo, Orquestra de Osmar Milani, Banda Reveillon, Orquestra Francisco Petrônio. Orquestra maestro Tíbor, Clodo e sua Orquestra, Orquestra Show Cubana, Orquestra Maestro Azevedo, Shining Brass Band, Orquestra Maestro Élcio Álvares, Orquestra Maestro Zezinho, Orquestra Clóvis e Ely, Grupo Roda Viva, Grupo Saint Paul, Osvaldo Sândoli e sua orquestra, Big Band Sampa, Ed Costa Orquestra, entre outras. Se apresentou ao lado de artistas como Arismar do Espírito Santo, Wilson Teixeira, Bob Wyatt, Jorge Savedra, Sílvio Fats, Michel Leme, Moacir Peixoto, Rubens Barsotti, Luís Chaves, Rogério Botermaio, Vinícius Dorin, Nelson Aires, Roberto Sion, Fernando Correia, Roland Wagner, Arrudinha, João de Deus, Luiz Chaves, Edmundo Villani Cortês, Agnaldo Rayol, Ivete Matos, Ralf, Francisco Petrônio, Cristina Campos, Roberto Leal, Mário Armstrong Jr., David Gordon, Ísis Gordon, Tony Gordon, Celso Miguel, Vera Lúcia, Mara Melgis. Firma com Hector Costita, em 1993, sua parceria mais intensa e que perdura até os dias atuais. Com mais de 2500 apresentações acumuladas, o duo se apresenta em diversas formações e em vários lugares.

Das casas de jazz, Joseval já subiu nos palcos do Ao Vivo Music, Opus 2001, Sanja Jazz Bar, Jazz and Blues, Café Piu Piu, Baiuca, Blue Night, Boubon Street, Melograno Jazz Bar, All off Jazz. Tom Tom Jazz Bar, Teta Jazz Bar, The River Café – New York.

Além de atuar como professor de guitarra e do setor de artes cênicas do Conservatório de Tatuí, toca na Big Band Profissional e dirige a Big Bang Jovem do Conservatório. Também ensinou no Conservatório do Morumbi, Conservatório do Mooca e na Escola de Música do Zimbo Trio. Desenvolveu, em 1992, um método próprio de ensino musical e desde então ministra aulas de violão, guitarra, contrabaixo e piano.

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Trabalho em progresso

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(1973) A Mais Revista n.1

Colégio Equipe, 1973, “A mais REVISTA – 1”: capa, editorial e excerto com dois poemas meus, aos 15 anos.

 

(1974) Jornal do Grêmio n.2

Nessa época, eu tinha 16 anos e dois meses de vida e a sorte de, em plena ditadura militar, pertencer a uma democrática e efervescente comunidade de professores e alunos onde pude deixar um poema numa caixa aberta a todos próxima ao mural do saguão, e vê-lo depois publicado, como testemunham as imagens do Jornal do Grêmio (número 2 – abril de 1974) do Colégio Equipe, São Paulo (SP), Brasil, frente e verso(s).

 

(1978) Manifesto da I Semana Universitária Nacional da Arte

1978. Eu cursava o terceiro ano de Psicologia e o primeiro de Filosofia na USP, onde integrava o Núcleo de Música e também o Núcleo de Poesia do DCE-LIVRE – diretório central dos estudantes, oposto à ditadura. Minha prima-irmã gaúcha Sandra Jovchelovitch militava também no movimento estudantil e, com sua irmã caçula Marlova, recebeu a mim e a Ciro Pessoa (então parceiro de Bernardo Ajzenberg), que fomos tocar na I Semana Nacional de Arte, para a qual redigi um Manifesto estranho, estranhamente (?) atual.

 

(2000) Curso de Psicopatologia

Concepção do Curso de Psicopatologia (pós-graduação lato-senso), cujos objetivos originais persistem em sua trajetória de duas décadas, tendo perpassado a FMUSP, a FSP e vindo a ser abrigada na FCMSC, sob o título de Psicopatologia de e Saúde Pública – Curso de Especialização.

(2007) Trama Justa

Acesse aqui o projeto.

(2008) Encontro “Movimento das Invenções Democráticas”

Em 25/10/2008, em minha residência, organização do encontro que deflagrou o Movimento das Invenções Democráticas. Acesse aqui o projeto.

(2009) Carta de Princípios do Nupsi

Proposição e redação da Carta de Princípios do Nupsi. Acesse aqui o projeto.

(2010) Invenções Democráticas No Quilombo

Acesse aqui o projeto.

(2010) Quilombo Canta

Acesse aqui o projeto.

(2011) Projeto Transcriando

Acesse aqui o projeto.

(2012) O encontro da Renda Básica com a Economia Solidária

Em 2012, organizo “O encontro da Renda Básica com a Economia Solidária”

(2013) Paul Singer e Clarita Müller-Plantenberg no Quilombo da Fazenda em Ubatuba

Vídeo de 2013, quando eu e Maria Lúcia Calderoni levamos Paul Singer e Clarita Müller-Plantenberg ao Quilombo da Fazenda em Ubatuba

 

Este evento foi assim noticiado pela Prefeitura de Ubatuba:

Visita ilustre de Paul Singer marca série de ações em prol das comunidades tradicionais de Ubatuba

O Secretário…

Pubblicato da Mauricio su Mercoledì 18 settembre 2013

 

(2013) Construções da Felicidade: Colóquio Internacional Nupsi-USP

(2015) Renda Básica em Maricá

Em 07/11/2015, em evento organizado por David Calderoni, Washington Siqueira (Quaquá), então prefeito de Maricá, anuncia que decretará Renda Básica em sua cidade.

(2015) A primeira Universidade Internacional Democrática da História

Em 23/11/2015, decreto de Washington Siqueira (Quaquá), então prefeito de Maricá, nomeando-me reitor-organizador da UniMar, contendo lineamentos da primeira Universidade Internacional Democrática da História.

Professor Paul Singer respondendo à questão:

“Por que criar uma Faculdade de Economia Solidária em uma Universidade de Invenções Democráticas?”

 

(2016) Despedida como reitor-organizador da UniMar

Dezembro de 2016: em correspondência enviada a Washington Siqueira, mensagem de agradecimento, prestação de contas (com respectivos anexos dos projetos organizados) e despedida como reitor-organizador da UniMar.

Excelentíssimo Senhor Prefeito de Maricá Washington Luiz Cardoso Siqueira

Foi em meados de 2015 que comungamos a utopia de construir uma universidade democrática!

No final de novembro deste mesmo ano de 2015, o senhor me nomeou reitor-organizador dessa universidade democrática (JOM em anexo 1).

Passado mais de um ano, o objetivo da presente comunicação consiste, em primeiro lugar, em sintetizar o que foi possível realizar a caminho dessa utopia, a saber:

1. concepção de estratégia, de autoria de Washington Siqueira e Yaacov Hecht, para Cursos Internacionais de Especialização em Economia Solidária e em Educação Democrática (anexo 2);

2. concepção de estratégia, de autoria de Washington Siqueira e Yaacov Hecht, para iniciarmos a Universidade mediante Faculdades Internacionais de Economia Solidária e de Educação Democrática (anexo 2, também);

3. pesquisa e obtenção junto a Natacha Costa, Diretora da Cidade Escola Aprendiz, dos seguintes dispositivos, metodologias e informações (anexo 3) relevantes para integrar ações da universidade e do sistema maricanse de ensino como um todo, integração prevista no Decreto de nomeação:

– Diagnóstico Socioterritorial que combina dados primários e secundários;
– metodologia de construção dos Centros de Educação em Direitos Humanos de São Paulo:
– site do projeto do Rio, Aluno Presente:
– link para o site com o mapa das 178 experiências reconhecidas como Inovadoras e Criativas em Educação.

4. Projeto, de Sabetai Calderoni, da Fábrica de Reciclagem Cooperativa e Solidária, prevista no Decreto de nomeação (anexos 4 e 5);

5. Projeto arquitetônico, de Sabetai Calderoni, para integrar a Universidade aos CEPTs, integração também prevista no Decreto de nomeação (anexo 6).

Gostaria, por fim, de colocar o meu cargo à disposição. Considero que o meu mandato não deva prosseguir além do mandato da autoridade que me nomeou. Isso dará toda liberdade para que o próximo Prefeito monte a equipe para a Universidade conforme as suas concepções e entendimentos.

Com o meu reconhecimento e gratidão,

David Calderoni

Lista de anexos
Anexo 1
Anexo 2
Anexo 3
Anexo 4
Anexo 5
Anexo 6

(2016) Projeto Unidade de Saúde e Cooperativismo (saúde física e mental & geração de renda)

29/5/2016 – chez Dra. Nádia – Creações Ilimitadas vivendo a Utopia da Unidade de Saúde e Cooperativismo – parte 1

28/5/2016: rumo à utopia da Unidade de Saúde e Cooperativismo (saúde física e mental & geração de renda), a iniciar pelo meu querido Quilombo da Fazenda (Ubatuba, SP) – parte 2

29/5/2016 – na casa itamambucana (Ubatuba – SP) da médica sanitarista Dra. Nádia, vivendo a Utopia da Unidade de Saúde e Cooperativismo – parte 3


28/5/2016: rumo à utopia da Unidade de Saúde e Cooperativismo (saúde física e mental & geração de renda), a iniciar pelo meu querido Quilombo da Fazenda (Ubatuba, SP) – parte 4

28/5/2016: rumo à utopia da Unidade de Saúde e Cooperativismo (saúde física e mental & geração de renda), a iniciar pelo meu querido Quilombo da Fazenda (Ubatuba, SP) – parte 5

 

(2018) Depressão e Eleição – Le Monde Diplomatique

Acesse aqui o projeto.

(2019) Renda, Trabalho, Saúde – 1ª Jornada

Vídeo completo do evento Renda Trabalho, Saúde – 1a Jornada:

Cartaz/Programa do evento:

Neste momento político de luta pela preservação de Direitos Fundamentais, é urgente refletir sobre os sofrimentos determinados pelo trabalho e pelo desemprego e sobre as alternativas de dignidade econômica sustentadas pelos movimentos da Renda Básica, da Economia Solidária e dos Direitos Humanos. Este evento nasceu do desejo de que ações setoriais e conjuntas envolvendo renda básica, bancos comunitários, moedas sociais, cooperativismo social, direito universal à saúde física e mental e outras ações afirmativas de direitos humanos permitam conjugar esforços para retomar construções do bem-comum. É com esse propósito que o INSTITUTO SEDES SAPIENTIAE convida para o evento:

RENDA, TRABALHO, SAÚDE – 1a Jornada
2/8/19, 6ª-f., 20h às 23h (recepção e café: 19h às 19h45)
R. Min. Godói, 1484 – SP – F.: (11) 3866-2730

Abertura: M. Laurinda R. Sousa – psicanalista. Membro do GT SMTDH – Grupo de Trabalho: Saúde Mental, Trabalho e Direitos Humanos do Instituto Sedes Sapientiae. Professora do Curso de Psicanálise e Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae.
Apresentador e comentador: Leandro Teodoro Ferreira – Bacharel em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo, Mestre em Políticas Públicas pela Universidade Federal do ABC, presidente da Rede Brasileira da Renda Básica e assessor parlamentar de Eduardo Suplicy.

Origens e horizontes desta jornada: David Calderoni – Professor do Curso de Psicopatologia e Saúde Pública da Santa Casa/SP, pós-doutor em Psicologia/USP, Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae e propositor do evento.

PALESTRANTES
Leonardo Pinho – Sociólogo, Presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos, Presidente da UNISOL BRASIL – Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental.

Joaquim Melo – Teólogo e Educador Popular, fundador e coordenador da Rede Brasileira de Bancos Comunitários.

Damares Vicente – Assistente Social e membro do GT SMTDH. Pós-Doutora em Serviço Social pela PUC-SP. Pesquisadora no Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho e Profissão da PUC-SP. Membro do GT SMTDH – Grupo de Trabalho: Saúde Mental, Trabalho e Direitos Humanos do Instituto Sedes Sapientiae. Consultora em Políticas de Seguridade Social.

Eduardo Suplicy – vereador em São Paulo, autor da Lei da Renda Básica de Cidadania e Presidente de Honra da Rede Brasileira da Renda Básica e da Basic Income Earth Network (Rede Mundial da Renda Básica).

EVENTO GRATUITO. Inscrições pelo site www.sedes.org.br ou presencialmente.
Parcerias: Grupo de Trabalho: Saúde Mental, Trabalho e Direitos Humanos (GT SMTDH) e Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae.
Apoios (colocar os respectivos logotipos da lista a seguir, aos quais se somem os logotipos do Departamento de Psicanálise e do Instituto Sedes Sapientiae): ABRASME, CNDH, Rede Brasileira de Bancos Comunitários, UNISOL BRASIL, Rede Brasileira da Renda Básica e Curso de Psicopatologia e Saúde Pública da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

(2019) Renda, Trabalho, Saúde – 2ª Jornada

Texto do Cartaz/Programa do evento:

Com esperança e alegria, apresentamos a programação do 15o Colóquio do Curso de Psicopatologia e Saúde Pública da FCMSCSP intitulado ‘Renda, Trabalho, Saúde’. Em meio a crises pessoais e sociais, quais são as experiências e propostas de trabalho com promoção de saúde, dignidade e renda? O número alarmante de desempregados e subempregados, a quantidade exponencial de pessoas adoecidas em função das condições atuais da organização do trabalho ou de sua falta torna essa temática essencial à discussão psicopatológica e à saúde pública. Que alternativas de vida propriamente humana existem em tempos de automação, de inteligência artificial substituindo vagas de emprego e da precarização brutal das atividades laborais com a perda cada vez maior de garantias trabalhistas básicas? Como enfrentar as estatísticas crescentes de burnout e depressão ligadas às pressões do trabalho contemporâneo? Como compreender as complexas relações laborais atualmente existentes, escutando e dando voz ao trabalhador? Nestas perspectivas, abordaremos a articulação entre trabalho e saúde mental, apresentando perspectivas e experiências concretas, destacando o contexto dos trabalhadores da saúde e buscando comunicar antídotos para uma crise que nos atinge a todos.

Minha fala no evento

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Coletânea de obras publicadas no Facebook e no Medium.

se a pétala branca tingida de sangue
o olhar recém-nascido percebe como rosa,
que do outro lado do espinho
o ódio não seja a última palavra.

Desaprender a pensar falar andar escutar ver cantar tocar respirar aspirar encenar acenar ser. Desapegar Despegar Desaver o polegar desse escrever. Nada mais oferecer a si e ao mundo. Sentir-se Flávio Migliaccio. E no final de sua mensagem derradeira, onde tudo até então era derrota de quaisquer esperanças, reencontrá-las na vital exortação: “-Cuidem das nossas crianças!”

Desponteante

Ói mariposas
Posando asas
Galáxias tesas
Luco-fusqueiam
Tremelicantes

Poentes nascem
Nascentes noites
Desadiantes
Dos doravantes
Vão-se espichando

Vão  pinicando
Desponteantes
As taturanas
Dos horizontes
Onde se casam

Lua e Luar

Lua e Luar
diferem no ausentar.
Qual crença sustenta a existência da primeira quando o segundo se esvai?
costume? memória? amor? ciência? filosofia que se naturaliza
ou a própria natureza da filosofia?

Um Minuto

Queria pedir com licença para pedir de modo gentil e respeitoso um minuto de silêncio (apenas um minuto de silêncio) para o silêncio de 7,5 bilhões de pessoas silentes silenciosas silenciadas na incalculável quantidade de moedas que tilintam em plenitudes de desvãos de fatos e direitos ecoando ando ando ando en-sur-de-ce-do-ra-mente mente mente mente entre impenetráveis esmagadores paredões que se espelham que se abraçam que se estreitam entre a Lei do Silêncio e o Silêncio da Lei.

M0MENT0

A flor está fixa e eu ando de cá para lá
Se há gênio na lâmpada diga-me como esfregar
Memória em vão de saudade é cal, mas é pá?
Caverna me importa se aporta um teto pra já

Caetano aprende com Gil a tocar violão
Zécarlos compõe com Geraldo uma bela canção
David vê um rumo no Rumo escutando seus sons
Já Chico me inscreve suas íris de mil megatons

Se hoje me pego contente episodicamente
Tributo essa glória ao construto de toda essa gente
O tempo é o que liga e desliga o corpo da mente
A obra de arte é o enquanto do eternamente

Poesia

A cigarra sente um formigamento
A cigarra sente que está formigando

A formiga sente um encantamento
A formiga sente a canção chamando

A canção não sabe se está de mudança
A canção não sabe se estão mutando

As três bailam na dança densa
Que pensa pensar a minha existência

Oração

a quem eu ame
eu desejo que ame
não me importa quem
ou me importa, amém.

Corpoamor

Se, entre o quitute e o dejeto,
da ingesta se extrai energia,
por que, nessa obra de orgia
extratora, algo seria abjeto?

Luto, Luto

Desvestirei o luto por este mundo
Quando mudar o mundo porque luto!

Desponteante

Tem borboletas
Abrindo asas
Galáxias sedas
No desdobrá-las
Se entremostram
No lusco-fusco
Poente nascente
Nascente noite
Surgindo adiante
Do doravante
Vai-se espichando
Vai pinicando
Desponteante
A taturana
Do horizonte

Rumo à Gaia

— De onde viemos?
— Da mãe!
— Aonde vamos?
— À Mãe!

Tudinho no fundo é janela

Aurora amanhece poesia
Bom dia a quem examina
Maçã na menina dos olhos
Olhar de futuro em peneira
Demétrio à cata de um verso
Impulso em pausa em seu dentro
Refluxo de instante a instante
Polias da esteira no avesso
Pupila e oculista em namoro
Mirante perante sua beira
Persona que um trauma mascara
Embalo cavalo escoiceia
Amor/Desamor num estalo
O filho no sonho da freira
Prudência que a vida receia
O ciclo franqueia o ovário
Respiro na trama da meia
Do torno saiu arruela
Distância da olheira à viseira
Rodeio ao núcleo do elétron
Metrô Liberdade no centro
Há lentes de aumento à miúde
Afresco que o agora craquela
Eu venho à pé à Saúde
O sacro da aura do cetro
Ki-Suco à memória em refresco
Da Vinci anterior ao espelho
Meu cego astrolábio é banguela
O halo da lua no escuro
História, ultramar do fraseio
Delírio que o vero revela
Parágrafo após a sentença
Os poros na pele da tela
Novela, domingo, quadrinho
Ausência, presença do imenso
Tudinho no fundo é janela
Estrela, espaço, estrela

Original no Medium.

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Videoclip de “A Casa Pelada”

 

Ficha Técnica

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, backing vocals, teclados, baixo, guitarra, percussão e programação de bateria.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.
– Animação: Alexandre Coscodai
 

Videoclip de “One Way To Go”

 

Ficha Técnica:

Produção e Direção: Marco Paraná
Assistente de Produção: David Sandler
Edição: Marco Paraná
Primeira Câmera: Marco Paraná
Segunda Câmera: David Sandler
Assessoria de Imprensa: Daniela Ribeiro
 

A Casa Pelada: Letras das músicas (Playlist)

Acesse as letras das músicas de A Casa Pelada baixando o encarte do CD neste link ou ouça o disco e acompanhe as letras acessando a playlist abaixo:

 

David cantando na TV Brasil

 

Videoclipe da canção Levitações

 

Ficha Técnica

David Calderoni: letra, música, canto e violão
Arranjo e Piano: Mario Boffa Jr.
Iº Violino – Aldino Nuñes
IIº Violino – Laércio Diniz
Viola – Alexandre Nazak
Cello – Ana Chamorro
Contrabaixo – Daniel Pereira
Gravação e Mixagem: Bruno Cardozo
Videoclipe de Tamara Ka/Philbus Produções
Gravado em 2/9/19 no BRC Estúdios (SP)
 

Reza Mansa Reza Mansa (Joel Timoner, David Calderoni)

 

Ricardo Coração de Orquestra

Mediante suporte técnico e financeiro de Adonias Souza Jr. e Sabetai Calderoni, aos quais muito agradeço, compus e gravei há pouco “Ricardo Coração de Orquestra”, singela canção-homenagem a meu sobrinho Maestro Ricardo Calderoni que, além de morar no meu coração, enriquece o do mundo com múltiplos e admiráveis bem-fazeres, tais como:
trabalha para prover a jovens o direito à cultura entravado por barreiras socioeconômicas; foi merecidamente premiado por Tesouros do Holocausto, projeto de apresentações públicas de orquestrações produzidas a partir de partituras resgatadas de campos de concentração; regeu obras sinfônicas próprias ovacionadas em palcos de relevo mundial, tais como o Carnegie Hall; é saudado entre maestros e músicos de excelência, tais como o clarinetista Proveta, de quem se escutou algo assim: “na evidente brasilidade da música universal que ele compõe, cabe atentar a que universos Ricardo Calderoni está expandindo a música brasileira!”
De sua plêiade temática vinculada a causas sociais (que vão da Amazônia ao Mediterrâneo), indico aqui a comovente obra “The body of a child” (O corpo de uma criança):

 

 

A valsa de Yankel

 
Canção que venho de compor em homenagem ao benemérito Dr. Jacob Jovchelovitch no transcurso de seu nonagésimo ano de vida—e, também, em memória de sua esposa Regina, de seus pais, irmãos e, especialmente, em lembrança de Luiza, sua irmã mais velha e minha mãe.

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