Categoria Cancionista

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MANIFESTO “VAMOS APOSTAR NA VIDA!”

“O Brasil não pode ser o país da morte!”|
Esta exclamação de Caetano Veloso é o imperativo de toda uma nação!
Trinta cidades paulistas se livraram da pandemia pela estratégia do confinamento (lockdown)!
Apoiada por uma Renda Básica decente, essa mesma estratégia pode salvar centenas de milhares de brasileiros e ativar a economia!
Que todas as pessoas e instituições do Brasil se irmanem nessa missão que é tão sagrada como a vida!

Texto: David Calderoni
Hino do Evento: Gabriel Oliveira

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Videoclip de “A Casa Pelada”

 

Ficha Técnica

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, backing vocals, teclados, baixo, guitarra, percussão e programação de bateria.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.
– Animação: Alexandre Coscodai
 

Videoclip de “One Way To Go”

 

Ficha Técnica:

Produção e Direção: Marco Paraná
Assistente de Produção: David Sandler
Edição: Marco Paraná
Primeira Câmera: Marco Paraná
Segunda Câmera: David Sandler
Assessoria de Imprensa: Daniela Ribeiro
 

A Casa Pelada: Letras das músicas (Playlist)

Acesse as letras das músicas de A Casa Pelada baixando o encarte do CD neste link ou ouça o disco e acompanhe as letras acessando a playlist abaixo:

 

David cantando na TV Brasil

 

Videoclipe da canção Levitações

 

Ficha Técnica

David Calderoni: letra, música, canto e violão
Arranjo e Piano: Mario Boffa Jr.
Iº Violino – Aldino Nuñes
IIº Violino – Laércio Diniz
Viola – Alexandre Nazak
Cello – Ana Chamorro
Contrabaixo – Daniel Pereira
Gravação e Mixagem: Bruno Cardozo
Videoclipe de Tamara Ka/Philbus Produções
Gravado em 2/9/19 no BRC Estúdios (SP)
 

Reza Mansa Reza Mansa (Joel Timoner, David Calderoni)

 

Ricardo Coração de Orquestra

Mediante suporte técnico e financeiro de Adonias Souza Jr. e Sabetai Calderoni, aos quais muito agradeço, compus e gravei há pouco “Ricardo Coração de Orquestra”, singela canção-homenagem a meu sobrinho Maestro Ricardo Calderoni que, além de morar no meu coração, enriquece o do mundo com múltiplos e admiráveis bem-fazeres, tais como:
trabalha para prover a jovens o direito à cultura entravado por barreiras socioeconômicas; foi merecidamente premiado por Tesouros do Holocausto, projeto de apresentações públicas de orquestrações produzidas a partir de partituras resgatadas de campos de concentração; regeu obras sinfônicas próprias ovacionadas em palcos de relevo mundial, tais como o Carnegie Hall; é saudado entre maestros e músicos de excelência, tais como o clarinetista Proveta, de quem se escutou algo assim: “na evidente brasilidade da música universal que ele compõe, cabe atentar a que universos Ricardo Calderoni está expandindo a música brasileira!”
De sua plêiade temática vinculada a causas sociais (que vão da Amazônia ao Mediterrâneo), indico aqui a comovente obra “The body of a child” (O corpo de uma criança):

 

 

A valsa de Yankel

 
Canção que venho de compor em homenagem ao benemérito Dr. Jacob Jovchelovitch no transcurso de seu nonagésimo ano de vida—e, também, em memória de sua esposa Regina, de seus pais, irmãos e, especialmente, em lembrança de Luiza, sua irmã mais velha e minha mãe.

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Áudios completos das músicas

A Casa Pelada

Mundos e Fundos

One Way to Go

Multiversos

Como ser Feliz

Notícias de Leonardo

Ser Livre Daniel

Caetaninar

Canção para Theo

Li-Alice

Tudo Flui

Vulcânica Adriana

 

Videoclip de “A Casa Pelada”

 

Ficha Técnica

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, backing vocals, teclados, baixo, guitarra, percussão e programação de bateria.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.
– Animação: Alexandre Coscodai

 

Videoclip de “One Way To Go”

 

Ficha Técnica:

Produção e Direção: Marco Paraná
Assistente de Produção: David Sandler
Edição: Marco Paraná
Primeira Câmera: Marco Paraná
Segunda Câmera: David Sandler
Assessoria de Imprensa: Daniela Ribeiro

 

Letras das músicas

Acesse as letras das músicas de A Casa Pelada baixando o encarte do CD neste link ou ouça o disco e acompanhe as letras acessando a playlist abaixo:

 

A Casa Pelada… e além

1. O trem dessa quadra da vida partiu de uma habitação tornada inóspita, de onde o humano se afastara de dentro a fora da pessoa, da família, da vizinhança, da cidade.

2. Siderado e perplexo, o passageiro vagou por praças, passagens subterrâneas, aeroportos, túneis, avenidas, edificações monumentais, indagando a mundos e fundos, nações e marginais em que medida a sua existência contaria na ordem geral das coisas.

3. Em meio a um cenário marcado por guerras, ofensas, alheamentos e preconceitos, encontrou a via do amor como o único e imperativo caminho para avançar.

4. Entre o amor, a memória e o futuro, afiou seu próprio canto para desbravar clareiras na selva da coexistência.

5. Por trás da aparente desatenção de crianças avoadas, descobriu infantes sonhadores dotados do poder de reencantar o mundo.

6. Colocou-se então o desafio de desejar crescer mantendo e cultivando o encantamento.

7. Tomou por exemplo um menino que, bem crescido, prima por uma inquebrantável e amorosa solidariedade.

8. Em seguida, deixou-se embalar por um recém-nascido, em cujo sono se descortinam teatros onde tudo nasce novo e de novo outra vez.

9. Já seu primo, petiz andarilho, atravessa os ambientes das relações e das linguagens que ele acorda e vai abrindo em mundos de portas e janelas sem mais fim.

10. E se comprazem com a prima que fermenta o cem no um, na diversidade e na pluralidade do bem comum.

11. Em vento-evento inaugural, que se desatem as amarras que prendem as velas da vela que quer fluir.

12. Uma raiz-vulcão faz enfim jorrar o magma de uma história em fervilhante brotação.

 

Carta de Luiz Tatit a David Calderoni

O disco me pareceu muito bom. Tem algo de experimental muito bem dosado com conteúdos sensíveis. Você consegue fazer melodias imprevisíveis muito bem conectadas com as letras (ex.: as descendências profundas em alguns versos de Casa Pelada). Em Mundos e fundos, o refrão que inicia com “Taj Mahal” me parece muito forte! Algumas experiências de troca de acento na prosódia de algumas canções acabam soando bem, o que não é comum (ex. “Pegaso” em Canção para Theo, aliás, bela marcha). O uso de palavras de outros universos de discurso (“plurissingularize”, p/ ex.) também não é prática banal. As canções dedicadas às crianças (filhos? netos?) são todas muito boas, parecem refundar um futuro ainda tão imprevisível e por fazer… Que eu me lembre, há apenas um samba (acho que Notícias de Leonardo), uma marcha e, no geral, você inventa também os gêneros. Tudo muito rico! Parabéns por mais um disco depois de encerrar a era do disco. Gosto dessa insistência, tanto que até o Rumo acaba de fazer novo Álbum. E assim vamos que vamos!

Obrigado pelo envio. Foi muito bom ouvir o novo repertório.

— Luiz Tatit

 

Ficha Técnica
A Casa Pelada

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, backing vocals, teclados, baixo, guitarra, percussão e programação de bateria.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.

Mundos e Fundos

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, teclados, baixo, percussão e guitarra.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.

One Way to Go

– José Calderoni: letra.
– David Calderoni: música, canto em inglês, declamação em português e violão.
– Eduardo Matarazzo Suplicy: anúncio da canção & dos autores e declamação em inglês.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, flautas, teclados, percussão e backing vocals.
– Ricardo Strani: captação, edição de voz & violão, baixo fretless e percussão.
– Vitor Laranjeira: pré-produção.
– Danilo Aurelio: técnico de gravação.

Multiversos

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, gravação, edição geral, mixagem, masterização, flautas, teclados, baixo, percussão e programação de bateria.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.

Como Ser Feliz

– Bia de Paula Souza: letra e canto.
– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, mixagem, masterização, flautas, cavaquinho e percussão.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.
– Vitor Laranjeira: pré-produção.
– Danilo Aurelio: técnico de gravação.

Notícias de Leonardo

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, percussão, baixo e backing vocals.
– Fernando Mostaço: trumpete e flugelhorn.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.
– Danilo Aurelio: técnico de gravação.

Ser Livre Daniel

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, percussão, flautas e teclados.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.

Caetaninar

– David Calderoni: letra, música, vocalizes, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, percussão, pífano, baixo e backing vocals.
– Ricardo Strani: captação e edição de voz & violão.

Canção para Theo

– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, percussão, flautas, baixo e cavaquinho.
– Ricardo Strani: captação, edição de voz & violão, baixo fretless.

Li-Alice

– David Calderoni: letra, música, canto, violão e escaleta.
– Pedro Gontijo: pandeiro.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, percussão, flauta e cavaquinho.
– Ricardo Strani: baixo fretless, percussão, pré-mixagem.
– Vitor Laranjeira: pré-produção.

Tudo Flui

– Ricardo Calderoni: música.
– David Calderoni: letra, música, canto e violão.
– Inês Stockler: canto.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, flautas, baixo e percussão.
– Ricardo Strani: captação, edição de violão, mixagem & edição de vozes e percussão.
– Vitor Laranjeira: percussão, pré-produção.
– Danilo Aurelio: técnico de gravação.

Vulcânica Adriana

– David Calderoni: letra, música, canto, violão, efeitos vocais e assovios.
– Gabriel Oliveira: arranjo, edição geral, mixagem, masterização, percussão, baixo e teclados.
– Ricardo Strani: captação, edição de voz & violão, percussão.

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Degustação de músicas com opção interativa

Anjo Guerreiro

Dear Mom

O Samba

O Samba [interativo]

Baixe neste link a versão instrumental de “O Samba”. Ouça, aprenda a música e à vista da letra insira a sua voz na faixa. Envie seu arquivo de áudio para mim utilizando este formulário.

Letras das músicas

Neste link você tem acesso às letras das músicas de Meu Rei.

Onde Comprar

Este disco está em processo de finalização de encarte e consequente prensagem das cópias. Em breve, ele será distribuído física e digitalmente pela Tratore.

Ficha Técnica

– Produção Musical, letras e músicas: David Calderoni
– Pré-produção: Vitor Larangeira (Studio Wave)
– Gravações, Edições e Mixagens: Vitor Larangeira (Studio Wave), Rodrigo Carraro e Beto Mendonça (Estúdio 185), Janja Gomes (Estúdio Mofo), Pipo Pegoraro (Estúdio Sabiá)
– Finalização de mixagens: Clement Zular (Áudio Portatil)
– Edição de vozes (finalização): Flávio Franco Araújo
– Masterização: Homero Lotito (Reference Mastering)
– Ilustração (Capa): Sonia Novaes de Rezende
– Projeto Gráfico: Adriana L. Sales (Lazz Design)
– Ano: 2014

Notas sobre tempos e vozes

Por David Calderoni – outubro de 2014

Anjo Guerreiro foi a primeira canção gravada deste disco, registrada por Vitor Larangeira no Studio Wave um dia antes de nascer Rafael, meu segundo neto, a quem é dedicada. No começo, meio e final, a história temática interna do CD é marcada por ela, por Estrela do Mundo e por Teodisseia, três formas de presença do Infantil. Motivo que encaminha a Primeiro Ato, a única canção do repertório que não foi composta a partir de 2012.

Em 1974, eu tinha 16 anos e ficava muitas horas por dia tocando um violão autodidata, desenvolvendo minhas próprias harmonias. Eu quis mostrar que, além da letra e da melodia, a harmonia era essencial na canção. Assim, compus nesse ano Primeiro Ato, em que mantenho letra e melodia constantes (ao longo de diversas aparições das palavras Meu Amor) e, mediante variações na sequência de acordes, procuro evidenciar mudanças no sentido afetivo do meu amor.

Destarte, ainda que Primeiro Ato apareça em penúltimo lugar neste CD, é matriz de um procedimento inaugural alastrado em todas as minhas composições: a própria canção-título Meu Rei repete a mesma melodia em duas sequências harmônicas diferentes; Geologia o faz em quatro sequências harmônicas; DesMedo, em três; Teodisseia, em duas. Isso sem falar dos reiterados “…of my blues” de Dear Mom.

Reza a letra de Meu Rei que “em meu cântico encontrei / minha vez”. Trata-se de um encontro perambulante: na canção Chuva, os elementos lítero-melódicos, cantados em ciclos de uma, duas e três vozes em contraponto, entram em paulatinos descompassos com as sequências dos dois únicos acordes, e essas defasagens de compasso modificam a interação semântica das harmonias com a poesia em pluricontracanto. E se também multiplico as minhas vozes em Anjo Guerreiro e Teodisseia, já nos cantos-solos de Telefone Fixo e Beabá, vocalizo, respectivamente, os meus heterônimos Heavy Lupus e Karmona Ryvera, sem os quais jamais teria tido acesso aos idiomas Vociferol e Porteñol.

Mesmo na vitória, a lógica da guerra generalizada torna duvidosa a verdade de quem sobrevive: num mundo onde pululam o falso e o adverso, quem não seria o inimigo? Quando repetidos terremotos desencadeiam epidemias de labirintite, como encontrar equilíbrio para distinguir entre paranóias e perigos reais? Não conhecemos melhor remédio senão o persistente cultivo, ombro a ombro, da amizade democrática.

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Proposta de David Calderoni para documentário-instituinte: filmar os preparativos, a viagem e o encontro de movimentos de economia solidária de diferentes países na cidade de Mondragón (Espanha).

Objetivos

1. pesquisar a dimensão psicossocial de diferentes relações cooperativas de trabalho

2. municiar a reflexão crítica sobre os desafios culturais da recusa à competição

3. fomentar redes internacionais de economia solidária e consensos dialógicos transculturais

 

Procedimentos

1. a partir da bibliografia básica especificada adiante, levantar informações para caracterizar internacionalmente o conjunto dos movimentos de economia solidária e as suas diferenças específicas

2. com base na tipologia assim construída, contatar representantes de diferentes espécies de movimentos de economia solidária

3. dentre os interessados no projeto do filme, verificar quais são as condições técnicas, econômicas e organizativas de participação

4. levantar fontes de fomento e de financiamento ao projeto do filme

5. montar equipes nacionais encarregadas de filmar os preparativos e a viagem dos movimentos de economia solidária de seus respectivos países, estabelecendo de antemão a cota de tempo que terão no filme e a concordância com os seus três objetivos

6. montar a equipe internacional de filmagem do encontro em Mondragón, incluindo a nomeação prévia dos responsáveis pela montagem, edição e finalização

 

Motivação

A idéia e o ideal da sociabilidade solidária constituem um sonho cuja fonte e cuja meta primam pelo profundo compromisso com a realidade social. Esse sonho singulariza-se numa história de trabalho que permite ao sonhador vislumbrar horizontes concretos para prosseguir a obra de inscrição e enraizamento da economia solidária na realidade. Queremos saber dos trabalhos desse sonho porque queremos encaminhar nossas práticas em direção ao favorecimento e à ampliação dos laços de solidariedade entre os homens.

As práticas solidárias se constroem e se efetuam numa determinada ética, qual seja, num modo de agir em face das relações inter-humanas que concebe o bem-comum como potencialização recíproca das autonomias individuais, isto é, como potencialização solidária da liberdade. A lógica competitiva, por outro lado, envolve uma ética que toma como ponto de partida a suposta necessidade econômica de opor o bem próprio ao bem alheio.

Contra o predomínio da escalada de vassalagens desencadeada pela hegemonia do paradigma competitivo despontam mundo afora engenhos instituintes libertários.

Tendo como ponto de encontro a cidade em que há meio século vem se consolidando a mais ampla experiência de economia solidária da história, Viagem a Mondragón visa propiciar olhares que entrecruzem as experiências brasileiras com as de outros países, de modo que, da produção ao produto, o filme já se constitua como experiência cooperativa internacional

 

Viagem a Mondragón 1ª parte: Trama Justa

 

Bibliografia Básica

SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. São Paulo, Editora Fundação Perseu Abramo, 2002.

SANTOS, Boaventura de Sousa (org.). Produzir para viver: os caminhos da produção não capitalista. Civilização
Brasileira, RJ, 2002.

SANTOS, Boaventura de Sousa. “A Hermenêutica Diatópica” in A Gramática do Tempo – para uma nova cultura política. Cortez, SP, 2006, pp. 447-454.

ARRUDA, Marcos. Tornar Real o Possível. Petrópolis, Vozes, 2006.

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O documentário apresenta a história das lutas político-culturais da comunidade do Quilombo da Fazenda (SP) e o seu encontro com o movimento das Invenções Democráticas, fazendo com que as narrativas dos quilombolas dialoguem com Paul Singer e Augusto Neiva (economia solidária), Maria Luci Buff Migliori (justiça restaurativa), David Calderoni (psicopatologia para a saúde pública), Helena Singer & Marcelo Justo (educação democrática) e André Rocha & Cristiano Rezende (filosofia espinosana).

Onde comprar

– Online pela Livraria Cultura.
– Em São Paulo pela Livraria do Espaço Unibanco SP – Tel: (11) 3141-2610
– No Rio de Janeiro pela Livraria Moviola – Tel: (21) 2285-8339

Exibições

Brésil en Mouvements, mostra de documentários sociais brasileiros promovida pela ONG Autres Brésils em junho de 2011 em Paris.

Degustação do filme

Assista o documentário em português. Para assistir em inglês, francês, espanhol ou alemão, acesse o canal de David Calderoni no Vimeo.

Ficha Técnica

– Direção e Roteiro: David Calderoni e Laura Del Rey
– Produção: David Calderoni
– Direção de Fotografia: Luiz Otavio Pupo
– Montagem: Laura Del Rey
– Áudio: Adonias Souza Jr, Cristina Müller e Vitor Motter
– Trilha Sonora: Euclides Marques (Gravação: Luiz Encarnação)
– Tradução para o inglês: Leandro Moura
– Legendas em inglês: Cristina G. Miller
– Tradução para o francês: Dominique Di Bisceglie
– Legendas em francês: Rogério de Moura
– Gênero: Documentário
– Captação: Digital
– Duração: 33min45seg
– Ano: 2010

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Projeto Transcriando: a música como invenção democrática transculturante

Este ví­deo inaugura o projeto que nasceu do encontro entre í­ndio, quilombola, franceses e brasileiros durante a apresentação do filme “Invenções Democráticas no Quilombo”, de David Calderoni, na “Brésil en Mouvements”, mostra parisiense de documentários sociais brasileiros promovida pela ONG Autres Brésils em junho de 2011.

Assim como nas sobremesas brasileiras queijo não se come com vinho, tampouco fromage se come com goiabada: mais que traduzir e para além da busca de correspondências linguísticas literais, transcriar é engendrar encontros poéticos que reintepretem símbolos de uma cultura no contexto de outras, propiciando não apenas a reinvenção da língua-meta, como também a renovação reflexiva e singular da própria língua-fonte.

Nesse sentido, vencendo barreiras étnicas, sociais e geopolíticas, os movimentos interculturais em favor da universalização de direitos humanos democráticos encontram a música enquanto arte única em sua potência para comunicar afetos tão essenciais quanto intraduzíveis.

Reinterpretando a figura do índio, a canção “Mim”, de David Calderoni, é a ponta-de-lança deste projeto. Já foi transcriada em Francês e em Tupi. Material para trabalhos vindouros!

Propostas de novas transcriações podem ser encaminhadas pela página de Contato.

Projeto Transcréation: la musique comme invention démocratique transculturante

Cette vidéo inaugure le projet qui de la rencontre entre des indiens du brésil, des quilombolas (descendants d’esclaves rebelles), des français et des brésiliens pendant la présentation du film “Inventions Démocratiques dans le Quilombo”, de David Calderoni, au festival parisien de documentaires sociaux brésiliens “Brésils en Mouvements”, organisé par l’association Autres Brésils en juin 2011.

Dans les désserts brésiliens, on ne mange pas le fromage avec du vin; de la même manière, le fromage français ne se mange pas avec de la pate de goyave: au delà de la traduction et de la recherche de correspondances linguistiques littérales, la transcréation (idée d’Haroldo de Campos) est le fait d’engendrer des rencontres poétiques qui réinterprètent les symboles d’une culture dans le contexte d’une autre, permettant non seulement la réinvention de la langue-objectif, mais également la rénovation réflexive et singulière de langue-source elle même, afin d’ouvrir des dialogues intra et interculturels.

De cette manière, en dépassant les barrières ethniques, sociales et géopolitiques, les mouvements interculturels en faveur de l’universalisation de droits de l’Homme démocratiques trouvent en la musique un art unique dans sa capacité de communiquer des affects aussi essentiels qu’intraduisibles.

En réinterprétant la figure de l’indien, la chanson “Mim” (“Moi, l’indien”) de David Calderoni, est le fer de lance de ce projet. Elle a déjà été transcréée en français et en tupi. Du matériel pour des travaux à venir!

Les propositions de nouvelles transcréations peuvent être transmises à page Contact.

Vídeo

 

Degustação de músicas

Acesse cada letra em seu respectivo link ou baixe todas aqui neste link.

Pelicano

Canção pela erradicação da miséria e da fome. Acesse aqui a letra.

Trama Justa

Canção pela economia solidária. Acesse aqui a letra.

Olha o Degrau!

Canção pelo direito à terra de quilombolas, caiçaras e índios. Acesse aqui a letra.

Mim

Canção ligada ao etnociberativismo.

– Acesse aqui e letra de Mim.
– Acesse aqui e letra de Moi L’Indien (transcriação para o Francês).
– Acesse aqui a letra de Mim transcriada para o Tupi.

Cada Canto

Canção para que todos tenham casa decente. Acesse aqui a letra.

N’Jeri

Canção para que drogas sejam antes questão de saúde que de polícia. Acesse aqui a letra.

Galeria de fotos

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Onde a Pele da Alma é Fina.

Esta página foi arquitetada para complementar e contextualizar “Onde a Pele da Alma é Fina”, terceiro disco de David Calderoni.

Apresentação

Por David Calderoni, outono de 2012

Revendo os meus percursos até este terceiro disco, penso no quanto a música se tornou essencial para mim e para o além de mim.

Para o Além de Mim, cantos brotam sonhos que enlaçam outros…:

fruto da minha paixão pela economia solidária, Trama Justa é a canção-trilha do meu documentário homônimo centrado na Justa Trama, cadeia autogestionária do algodão orgânico integrado pelas aguerridas amigas gaúchas da Univens – Cooperativa de Costureiras Unidas Venceremos;

Trama Justa inicia a jornada de Viagem a Mondragón, projeto de filmagem, intervenção e investigação noticiado adiante;

tributo de gratidão à queridíssima mestra-parceira Marilena Chauí, Despedida descortina a sua poesia a um só tempo sublime e visceral, néctar que me nutre há décadas de artepensamento…; vem daí que, sem que eu me desse conta, o Benedito de Trama Justa já se preparava na idéia de que a verdade é luz que a si mesma se manifesta;

desfraldando o Projeto Transcriando, a canção Mim motivou-se do encontro entre brasileiros, franceses, índios e quilombolas em junho de 2011, durante a projeção e debate do meu vídeo Invenções Democráticas no Quilombo na Brésil en Mouvements, mostra parisiense de documentários sociais brasileiros, promovida pelos confrades altermundialistas da ONG Autres Brésils;

composta em 2011, Levante da Aurora desenvolve imageticamente reflexões de O silêncio à luz de Caetano, ensaio que escrevi dez anos antes para uma coletânea sobre arte e psicanálise, dando a pensar que, para a sede de justiça do judeu tão estrangeiro no espaço como no tempo, uma saída do exílio vem sendo articular com as artes as ágoras dos de fora do agora – tais como Invenções Democráticas no Quilombo que desaguaram em Mim e no Projeto Transcriando (referidos adiante).

Nas palavras cruzadas do inferno ao eterno, Lírios e Onde a Pele da Alma é Fina vocalizam balanços sobre e sob os influxos do amor. Assim como as canções dedicadas à filha Júlia, à neta Clara, ao amigo Cristiano e aos manos Zé e Sá, simbolizam a música como fiação originária dos mais caros laços humanos, testemunhados pelo encontro com os excelentes músicos e colaboradores elencados e, particularmente, com Rafael Lobo, parceiro de ouro, com quem já estamos a confeccionar Justo & Solto, novo disco a ser lançado no corrente ano.

Sobre a aventura-travessia-urdidura que foi o casamento de ritmos e estilos de criação entre mim e os músicos e arranjadores que se enlaçam neste disco…, não consigo falar nada à altura.

Que advenha, então, o tempo do silêncio: de quem me escuta e imagina; do que me é onda ultramarina.

Sobre David

David Calderoni, poeta,

é autor de Enviajando (Via Lettera, 2004), Vagalumzzz (Livraria, 2005) e Zórtex (Sinergia, 2012).

Em 1976, aos 18 anos, em virtude de estrofes encabeçadas pelo verso Hoje eu encontrei com meu pai, foi declarado poeta pelo escritor, dramaturgo e psicoterapeuta Roberto Freire em artigo intitulado É preciso saber morrer o pai para não cometer suicídio, que Freire publicou no periódico Aqui São Paulo e republicou em 1977 na abertura do livro Viva Eu, Viva Tu, Viva o Rabo do Tatu!.

Em 1993, entre 900 inscritos, A João Guimarães Rosa figurou entre os 31 poemas selecionados e publicados pela União Brasileira de Escritores na Antologia do Concurso Nacional Gilberto Mendonça Teles de Poesia.

Os poemas Sexo e Oração para Haroldo foram publicados na edição de 11 de julho de 2004 do Caderno de Cultura do jornal Folha de São Paulo, acompanhados de ilustrações do artista plástico Felipe Cohen feitas especialmente para os poemas.

Leia o texto completo.

Partituras

Neste link você tem acesso às partituras dos violões, transcritas com maestria por Diogo Carvalho. Neste outro, tem acesso aos primorosos arranjos de cordas do Maestro Luís E. Corbani.

Projeto Transcriando

1. Vídeo de apresentação do projeto, contendo clipe da canção Mim

2. Canção Moi L’Indien

Transcriação em parceria com Dominique Di Bisceglie & Jean-Francis Poulet (Francis Brasilis). Acesse a letra da canção aqui.

3. Transcriação de ‘Mim’ para o Tupi

Transcriação realizada por Jaô Tupinambá. Acesse aqui.

4. O projeto em detalhes

Saiba mais sobre o Projeto Transcriando.

Invenções Democráticas no Quilombo

1. Documentário Invenções Democráticas no Quilombo

Direção de imagens e montagem de Laura Del Rey.

2. Canção ‘Olha o Degrau!’

Canção extraída da trilha sonora do documentário. Acesse neste link a letra da canção e neste o primoroso arranjo de cordas do Maestro Luís E. Corbani.

3. O projeto em detalhes

Saiba mais sobre os projetos ‘Invenções Democráticas no Quilombo’ e ‘Quilombocanta’.

Projeto Viagem a Mondragón

1. Documentário inaugural Trama Justa

2. O projeto em detalhes

Saiba mais sobre o projeto Viagem a Mondragón.

Ficha técnica

Camerata Studio
– Violinos: Alexey Chashnikov (spalla), Andreas Uhlemann, Carolina Kliemann, Elina Suris e Tatiana Vionogradova
– Viola: Andrés Lepage
– Violoncelo: Heloísa T. Meirelles
– Contrabaixo: Alexandre Rosa
– Arranjos e regência: Luís E. Corbani

– Preparação e direção vocal: Viviane Barrichello e Wagner Barbosa
– Transcrição do violão original em partituras: Diogo Carvalho

Gravações
– Estúdio Arsis (SP): Adonias Souza Jr. (todas as canções) e Daniel Tápia (Mano ao Mar, Levante da Aurora, Onde a Pele da Alma é Fina e Trama Justa)
– Studio Brothers (Porto Alegre): Wayner Nunes (Moi L’Indien)
– Estúdio 185 (SP): Rodrigo Carraro (Pelos Olhos de Clara e Mim) e Beto Mendonça (Mim) Estúdio Tocalyra (RJ): Vinícius Lyra (Mim, pré-produção)
– Estúdio Garimpo (RJ): Emiliano Sette (Macumba-Ciranda, pré-produção)
– Estúdio Wave (Ubatuba-SP): Vitor Larangeira (Levante da Aurora, Lírios e Macumba-Ciranda)

– Design do encarte: Laura Del Rey

Fotos
– Olho de David: Laura Del Rey; David e Rafael: Vitor Larangeira; David e Clara (com retrato de Dri): Lucas Bittencourt Martins Moreira
– Mixagem e Masterização: Adonias Souza Jr. – Estúdio Arsis (SP)
– Produção: David Calderoni e Adonias Souza Jr.
– Agradecimentos: a Talitha e Vitor Larangeira e a Marco Niz, pelas inesquecíveis jornadas solidárias de gravações em Ubatuba e a Ulisses Rocha, pela generosa e preciosa consultoria.

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O CD Viação vem levar a público dezessete canções de David Calderoni, representando uma amostra de mais de vinte anos de experiências originais de composição e interpretação inspiradas na tradição do violão cancionista brasileiro.

O CD Viação conta com a força de nomes expressivos do mundo das artes e da cultura, como Antonio Carlos Carrasqueira, Arnaldo Antunes, Eugénia Melo e Castro, Fabio Tagliaferri, Luiz Tatit, Mario Fuks, Mônica Salmaso, Ná Ozzetti, Nailor (Proveta) Azevedo, Paulo Freire, Ricardo Breim, Roberto Freire e Toninho Ferragutti.

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Ficha Técnica

– Voz, violão e composições: David Calderoni
– Bateria e percussão: Adriano Busko
– Piano, teclados e flauta: Fabio Torres
– Saxofone e flauta: Daniel Allain
– Baixo, violões e direção musical: Swami Jr.
– Participações Especiais : Luiz Tatit / Mauro Wrona / Ná Ozzetti / Ricardo Breim
– Produção Fonográfica: David Calderoni
– Apoio: Departamento de Cultura Judaica
– Ano: 1998

Degustação de músicas

 

Viação

Pelicano

Cabo das Horas

Passarinha

Romance

Crítica

Além do talento para estabelecer relações inesperadas – ao mesmo tempo adequadas – entre melodias e letras, David executa seu violão de maneira a incorporá-lo no âmago da composição, combinando habilidade técnica e originalidade nas soluções harmônicas” e rítmicas.

Luiz Tatit – Compositor e Livre-Docente pela USP na área de Semiótica da Canção

Compor, tocar e cantar. Tudo em David Calderoni se integra harmoniosamente e harmonicamente. Neste seu primeiro CD Viação, David propõe uma canção intensa e inventiva, valorizada pela excelência da musicalização conduzida pela maestria de seu violão.

Celso Favaretto – Autor de Tropicália, Alegoria Alegria e
Doutor em Filosofia pela USP na área de Estética

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